Atividade grupo
Ter, 01/07/2014 - 22:46
Foi-me diagnosticada alopécia areata aos 36 anos apesar de já ter sintomas da doença há alguns anos. É uma condição imprevisível e o desconhecimento da medicina dos seus mecanismos de funcionamento resulta na inexistência de tratamentos que levem à cura. Apenas poderão controlar os sintomas, neste caso, a queda de cabelo/peladas. Em termos emocionais é muito difícil de gerir pois interfere com a nossa auto-imagem. Conseguir aceitar a doença é um passo importante, mas ainda não o consegui fazer. O stress e ansiedade são péssimos e podem despoletar novas crises ou agravar o problema. A convivência com a alopécia areata muda a nossa vida, queiramos ou não, deixemos mais ou menos. Enquanto a medicina não conseguir descobrir tratamentos mais eficazes ou uma cura, resta-nos aprender a viver com a alopécia e não deixar que ela defina a nossa vida (o que não é fácil!!)