Atividade grupo
Qua, 02/07/2014 - 00:18
Olá Telma. A mim foi aos 34, mas com a ajuda de alguns bons médicos, consigo controlá-la. É essencial manter uma estabilidade emocional, e com a ajuda de alguns medicamentos, é possível viver sem grande problemas, a não ser que exista, lá está... stress muito agudo ou ansiedade muito grave. Tudo de bom!
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Qua, 02/07/2014 - 10:54
Os 10 anos anteriores a 2012 foram, para mim, de MUITO stress e ansiedade, a começar com a morte repentina do meu pai entre outros problemas. Só em finais de 2012 a minha vida equilibrou. Os médicos dizem que o meu caso é de prognóstico reservado :-(. Não tenho as típicas peladas. É difusa e ofiásica, das mais difíceis de tratar, ao que parece :-(. Além do mais, onde vivo, consultei durante quase 2 anos diversos médicos das especialidades de dermatologia, endocrinologia e ginecologia e nenhum conseguiu diagnosticar-me. Acabei por ir a Lisboa onde um médico começou a tratar-me, mas o tratamento que me prescreveu foi basicamente cortisona e não resultou. Consultei outro médico, desta vez em Coimbra, e só agora estou a fazer um tratamento que poderá ajudar, mas o médico continua a dizer que o meu caso é de prognóstico reservado :-(. A minha questão é que quero engravidar, pois ainda não sou mãe, mas o médico aconselha-me a tentar estabilizar a alopécia antes de engravidar pois o pós parto poderá vir a ser complicado e se não recuperar cabelo agora será ainda pior. Ou seja, sinto-me entre a espada e a parede. Estou a adiar a gravidez há mais de um ano por causa da alopécia. Preocupa-me ser mãe já numa idade avançada, o que nunca foi minha intenção.... Por um lado, quero muito engravidar, mas por outro tenho um medo terrível de ficar muito pior no pós parto. Enfim... Como disse antes, tenho de aprender a viver com isto. Sei que não é uma doença em si, que há doenças bem mais complicadas, mas é difícil em termos de auto imagem e auto confiança.
Qua, 02/07/2014 - 16:08
Telma, compreendo perfeitamente. Não é fácil... Eu acabei por ir ao Dr. Massa no Porto, que me receitou um medicamento k na realidade não tomo muito, mas acho que ajudou a estabilizar, o qual agora não me recordo, mas sei que também é utilizado nas pessoas que têm problemas cardíacos, mas numa dose muito maior. Tomo também cistinas diariamente. Mas de facto compreendo a parte do parto, e do medo, deve ser de facto angustiante. Mas não há doenças piores, bem melhores, cada um tem o que tem, e a realidade é que há coisas que afetam mais do que outras, por isso Telma, o que sente é tão válido como em qualquer outra pessoa. Não fique stressada com a gravidez, ela há-de acontecer, e há tantas mulheres que hoje em dia têm filhos aos 40, olhe no meu caso a minha mãe teve-me com 43 :) . Há-de correr bem!
Sáb, 16/08/2014 - 21:04
Olá, o meu problema dizem que é genetico, tabém estou quase careca à frente, de tão ralo e fininho que é o meu cabelo... gasto milhares de Euros em ampolas, vitamenas, champooos....
Eu fiz imensos tratamentos e inseminações artificiais... corri risco de vida mas consegui engravidar e durante a gravidez quase não me caiu cabelo.
Ficou mais grosso e oleoso, também tomei muito ferro e acido folico mas a queda de cabelo estabilizou...
Não desistas de ser mãe, cabelo... é apenas cabelo... bjs
Dom, 17/08/2014 - 21:42
Olá Ana Luís, os dermatologistas que consultei dizem que a alopécia areata é genética mas que os fatores emocionais podem ter um papel muito importante no despoletar, ou não, da doença. Também me disseram que durante a gravidez o cabelo melhora imenso e que o problema é no pós parto com aumento novamente da queda :-(. Como reagiu o teu cabelo no pós parto?
Tens alopécia areata ou androgenética?
Não vou desistir de ser mãe. Estou a fazer um tratamento que iniciei em abril passado e estou a pensar fazê-lo durante um ano e depois suspender para tentar engravidar. Se este tratamento não resultar já decidi não continuar à procura de uma cura milagrosa. Hei-de aprender a aceitar melhor a falta de cabelo e aprender a viver assim sem deixar de ser feliz. Bjins :-)
Seg, 18/08/2014 - 22:13
Tenho alopecia androgenica... não tenho peladas... mas ve-se o coro cabeludo todo e quando vou a cabeleireira ouço os comentarios de sempre e tentam sempre impiigir-me montes de produtos... que não faze nada....
A seguir ao parto, o meu cabelo ficou bastane oleoso e caiu muito...
Para alem de ser ralo, seco e fininho é super frisado e neste momento ja nasce todo branco... tenho de o pintar o que também não ajuda, tento não pensar muito nisso, é claro que fico sempre a olhar quando vejo alguem com um cabelo bonito e tenho alguma "inveja" sem maldade claro,...
Ter, 19/08/2014 - 12:17
É difícil lidar com a falta de cabelo numa sociedade que valoriza imenso a sensualidade da mulher através do cabelo :(
Conheço uma bióloga que trabalha no hospital da zona onde resido e ela também tem androgenética. Esteve também quase sem cabelo na parte superior da cabeça mas agora encontrou um médico em Lisboa que a ajudou muito. Ela recuperou o cabelo. Olhando para ela não se percebe que há uns anos atrás esteve quase sem cabelo. Ela deu-me o nome do dermatologista se estiveres interessada. Sei que ela toma medicação, nomeadamente, finasterida, aplica um produto no couro cabeludo que ela diz que ajuda muito que é o neopetide da ducray. Aplica à noite e julgo que de manhã. Pela conversa que tive com ela fiquei com a ideia que a androgenética é de mais fácil tratamento que a areata.
Ter, 19/08/2014 - 15:12
Sim agradeço o contacto. moro perto de lisboa e quem sabe ajuda. fico a espera obrigada
Sex, 22/08/2014 - 22:43
Olá Ana, o nome do médico é Dr. Campos Ferreira. Dá consultas no hospital da luz. Não sei se dá consultas noutros locais. Espero ter ajudado. Bjins
Sáb, 23/08/2014 - 12:12
Vou marcar obrigada.
Sáb, 23/08/2014 - 12:54
Espero que o médico ajude :-). Bjins
Qui, 11/09/2014 - 21:53
Ana Luís, sempre consultaste o médico?